Postado em segunda-feira, 24 de agosto de 2020

Amazon é autorizada a lançar ´constelação de satélites´ nos EUA

A Amazon recebeu autorização oficial da Comissão Federal de Comunicações (FCC) para lançar um conjunto de satélites na órbita terrestre.


 A Amazon recebeu autorização oficial da Comissão Federal de Comunicações (FCC) para lançar um conjunto de satélites na órbita terrestre. A constelação de 3.236 objetos da companhia foi aprovada por unanimidade pelo órgão estadunidense e servirá para levar internet para várias regiões do mundo.

Batizada de Kuiper, a iniciativa introduz a companhia no mercado de fornecimento de internet e serviços relacionados. Assim como a SpaceX, a companhia de Jeff Bezos pretende levar conexão de alta qualidade para áreas isoladas com a estrutura espacial. O investimento de US$ 10 bilhões ajudaria a empresa a competir em um setor ainda pouco explorado.

"Nós temos visto várias histórias de pessoas que foram impossibilitadas de exercer seu trabalho ou completar suas atividades domésticas devido à falta de internet em casa", comentou Dave Limp, vice-presidente sênior da Amazon, em um pronunciamento da companhia.

 

Para o presidente, é necessário levar a conexão para todas as pessoas do mundo e criar meios para que elas também tenham acesso a uma rede de computadores com qualidade. "Ainda há muitos lugares carentes de uma boa conexão ou até sem nenhuma. Kuiper mudará isso. Nosso investimento de US$ 10 bilhões criará empregos e infraestrutura nos Estados Unidos que ajudará a atender a essa demanda", completou.

Milhares de satélites em órbita
A proposta aprovada pela FCC inclui o lançamento de 3.236 satélites da Amazon a aproximadamente 590, 610 e 630 quilômetros de altitude. A constelação de objetos espaciais atenderia a regiões no Hemisfério Norte, cobrindo Alasca, Canadá e Escócia, e Hemisfério Sul, excluindo somente a Antártica.

No documento de aprovação enviado ao FCC, a Amazon apresentou detalhes técnicos sobre a disputa das frequências de transmissão, o tempo de permanência dos satélites em órbita e mais detalhes.

Aos assíduos por maiores informações sobre o projeto, o documento oficial lançado pela FCC é de domínio público e pode ser acessado neste link (em inglês).

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: TecMundo

 



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