Postado em quarta-feira, 9 de janeiro de 2019 às 14:02

Como o apoio evangélico ajudou a aproximar Israel e governo Bolsonaro

Uma questão distante do cotidiano da maioria dos brasileiros tem ganhado espaço central na agenda do novo governo: a transferência da embaixada brasileira em Israel de Tel Aviv para Jerusalém.


Da BBC News Brasil

Se a promessa do presidente Jair Bolsonaro se concretizar, o Brasil abandonará uma posição histórica de busca por equilíbrio no trato do conflito entre israelenses e palestinos para ficar ao lado de Estados Unidos e Guatemala, únicos dois países que transferiram suas embaixadas, ambos em maio de 2018, reconhecendo assim Jerusalém como capital de Israel.

A cidade é considerada sagrada por judeus, cristãos e islâmicos, e reivindicada como capital também pelos palestinos.

O que está por trás de um movimento tão radical pelo novo governo? Bolsonaro tem argumentado que deseja "aprofundar relações" com Israel e defende que o povo israelense tem direito de definir onde fica sua capital. Assim como se viu nos Estados Unidos, porém, os maiores interessados na mudança têm outros motivos para pressionar governo: a transferência é demanda prioritária de lideranças evangélicas que entendem que o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel atende preceitos bíblicos.

O grupo tem peso no eleitorado que conduziu Bolsonaro ao Palácio do Planalto e representação crescente no Congresso - serão 84 deputados e sete senadores a partir de fevereiro, segundo cálculo do Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar).

 

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