Postado em segunda-feira, 21 de maio de 2012 às 23:30

Prefeito de Alfenas inaugura aterro sanitário


 Da Redação

O prefeito de Alfenas, Luiz Antônio da Silva (Luizinho/PT), inaugurou, na manhã desta segunda-feira (21), o aterro sanitário. A cerimônia contou com a presença da diretora de planejamento e gestão de negócios e participações de Furnas Centrais Elétricas, Olga Simbalista.

A diretora da estatal Furnas veio conhecer as instalações para avaliar o projeto da termelétrica a ser instalado próximo ao local. O projeto foi entregue pelo prefeito de Alfenas, no início de maio, ao presidente de Furnas, Flávio Decat de Moura, em uma reunião realizada na sede da estatal, no Rio de Janeiro.

O projeto está orçado em cerca de R$ 50 milhões. A usina aproveita os resíduos sólidos para geração de energia elétrica. Numa primeira etapa, aproveitaria o lixo doméstico produzido em Alfenas e, na segunda etapa, utilizaria também os resíduos de outras cidades da região.

O Aterro

O aterro sanitário – que substitui o atual aterro controlado - irá receber em média 50 toneladas de lixo por dia. A previsão para o funcionamento do novo aterro é de 29 anos, cálculo que considera o aumento populacional do período seguindo estimativa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Fotos: Assessoria de imprensa da Prefeitura de Alfenas

Inauguração contou com diversos prefeitos da região e com a diretora de Furnas

Construído no bairro rural Lage, ao lado da MG-179, o aterro sanitário fica a nove quilômetros de distância de Alfenas. Ocupa uma área de 34,67 hectares (ha), com 15,09 hectares destinados a implantação de todo o sistema.

A área do antigo lixão passará a partir de agora por um processo de recuperação que inclui contenção dos taludes, cobertura com terra, isolamento de toda a área e plantio de gramíneas.

Prefeito inaugura aterro sanitário

Cerimônia de inauguração foi na manhã desta segunda-feira

Inicialmente, a inauguração estava prevista para o final de abril. A prefeitura aproveitou o tema para realizar projetos educativos sobre o meio ambiente junto aos alunos da rede pública do município. A Secretaria de Educação e Cultura promoveu concurso de redação e os textos chegaram a ser expostos no Centro Vivencial.

Financiamento

O aterro sanitário foi construído com recursos do programa Novo Somma Eco, através do BDMG (Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais). Ao todo foram liberados R$ 6 milhões para as obras, que começaram em junho de 2011.

Lançado em 2009, o Novo Somma Eco utiliza-se de recursos próprios do BDMG para financiar projetos voltados para a gestão sustentável de resíduos sólidos urbanos. Segundo a assessoria de imprensa do BDMG, desde 2003, já foram liberados pelo Novo Somma (Novo Somma Urbaniza, Novo Somma Maq e Novo Somma Eco) cerca de R$ 700 milhões, beneficiando mais de 400 municípios e uma população de aproximadamente oito milhões de mineiros.



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