Postado em quarta-feira, 21 de janeiro de 2015 às 11:26

Servidores se reúnem em assembleia para definir sobre “indicativo de greve”

O Sempre/Alfenas promove, na quinta-feira, uma assembleia geral para definir o posicionamento do funcionalismo.


 Alessandro Emergente

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Alfenas (Sempre/Alfenas) promove, na quinta-feira, a partir das 17h30, uma assembleia geral para definir o posicionamento do funcionalismo em relação às negociações com o governo.

Os constantes atrasos no pagamento dos servidores os levaram a deliberar pelo “indicativo de greve” em dezembro e, na assembleia dessa quinta-feira, eles decidirão se mantém esse posicionamento (significa que podem entrar em greve a partir de uma assembleia extraordinária), se retiram oficialmente o indicativo ou se definem por uma ação mais radical que pode ser uma greve geral ou progressiva (um dia de paralisação ou operação tartaruga, por exemplo).  

A primeira convocação está agendada para às 17h30 e a segunda para às 18h no Espaço Vip Gelocar, na rua Leão de Faria (n˚ 27). A decisão sobre o “indicativo de greve” é um dos três itens na pauta, que inclui também a campanha salarial 2015/2016 e a negociação da campanha salarial de 2014/2015 em andamento.

Uma das pendências do governo é em relação a uma resposta sobre a implantação do vale alimentação. No início do ano, a atual gestão firmou um acordo com o Sindicato para apresentar uma resposta oficial sobre a viabilidade da implantação no final do ano passado. Na semana passada, o governo se comprometeu a encaminhar um ofício com um posicionamento sobre o assunto até essa quinta-feira, data da assembleia.

Em relação aos atrasos no pagamento, o governo se comprometeu, em nova reunião na semana passada, a efetuar o pagamento até o dia 3 de cada mês subsequente ao trabalhado. É a reafirmação de um acordo anterior que não vinha sendo cumprido. Porém, a atual administração alegou ao Sindicato que os cortes de despesas, incluindo na folha de pagamento, anunciados nas últimas semanas, servem para que o governo tenha condições de cumprir o acordo. 



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