Postado em domingo, 3 de julho de 2016 às 21:17

Pesquisador da Unifal conquista o 1º lugar em desafio internacional

O pesquisador conquistou a primeira colocação no desafio lançado com os dados da NBA.


 Da Redação

O pesquisador da Unifal (Universidade Federal de Alfenas), professor Humberto César Brandão de Oliveira, conquistou a primeira colocação no desafio lançado com os dados da NBA (Associação Norte-Americana de Basquetebol), o qual foi disputado por 1.200 pesquisadores de todo mundo.

É a segunda vez em 2016 que Oliveira, coordenador do curso de Ciência da Computação da Unifal, é destaque em um desafio internacional na área de Inteligência Artificial (IA). Ele já havia conquistado medalha de prata em um campeonato internacional de pesquisa aplicada.

Assim como na primeira conquista internacional de 2016, o desafio também foi disponibilizado por meio da plataforma Kaggle.com, da qual participam mais de meio milhão de pesquisadores.

“O ambiente funciona como um mercado, pois liga a oferta à demanda. A empresa interessada apresenta a demanda, um problema considerado ainda não bem resolvido, e os pesquisadores têm a possibilidade de ofertar novas maneiras de resolver o problema a partir dos dados disponibilizados”, explica.

Desafio

Na última competição, o desafio era prever se o jogador de basquete Kobe Bryant, recentemente aposentado e que foi referência neste esporte por aproximadamente 20 anos, acertaria ou não arremessos.

O pesquisador revela que há “muito tempo” não joga basquete, tampouco se lembra das regras. Mas, a partir de estudos das análises, conseguiu apresentar a melhor solução no desafio em cerca de dois meses de trabalho. A IA tem sido utilizada no esporte para aumentar as chances de sucesso de grandes equipes.

Procura

O pesquisador da Unifal já foi procurado por um investidor americano e pela área de Inovação do Hospital Albert Einstein após o desempenho na primeira competição. Ele afirma que o mesmo sistema de IA customizado pode ser aplicado em outras áreas, bastando apenas adaptar os dados.

“Eu acho que para a Universidade isso é muito bom, porque podemos criar alguns convênios com boas empresas, institutos e pessoas, e assim começamos a trazer bons projetos com bases de dados reais e relevantes para serem desenvolvidos na nossa Universidade”, diz.



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