Postado em terça-feira, 16 de abril de 2013 às 04:05

Delegado que atuou em Alfenas é suspeito de balear jovem de 17 anos

Da Redação

Um delegado, que já atuou em Alfenas em 2004, é suspeito de atirar em uma adolescente de 17 anos, na noite de domingo na Região Central de Minas Gerais. Geraldo do Amaral Toledo Neto, de 41 anos, foi preso na segunda-feira em Belo Horizonte.

De acordo com a Polícia Militar de Ouro Preto, a tentativa de homicídio aconteceu na estrada que liga a cidade histórica ao distrito de Lavras Novas. Uma testemunha teria visto os dois discutindo dentro de um carro e, depois, um veículo, com as mesmas características deixou a adolescente, baleada na cabeça, em uma unidade de pronto-atendimento de Ouro Preto. O motorista não se identificou e teria dito que a moça tentou suicídio.

Os militares informaram que a família da vítima disse que a moça é de Conselheiro Lafaiete e que ela havia saído na companhia do delegado. Os dois teriam um relacionamento. 

Foto: Polícia Civil/Reprodução


O delegado Geraldo do Amaral Toledo Neto autou em Alfenas em 2004

A jovem foi transferida para o Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, em Belo Horizonte. De acordo com o hospital, ela passou por uma cirurgia e está internada no Centro de Terapia Intensiva (CTI). 

A Polícia Civil identificou Toledo como suspeito e informou que, em março deste ano, ele foi indiciado pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente por ter agredido a mesma jovem que está internada. Ainda segundo a corporação, o caso será investigado pela Corregedoria-Geral.

Histórico

De acordo com polícia, Toledo foi preso, em abril de 2011, suspeito de fazer parte de uma quadrilha que roubava caminhões e falsificava documentos. Antes, em janeiro de 2011, foi denunciado pelo Ministério Público por prevaricação, que é quando um funcionário público comete desvio de conduta. Também foi indiciado por receptação de veículo roubado e formação de quadrilha

Segundo a corporação, o delegado estava na ativa como delegado especial na Divisão de Polícia Especializada da Mulher, Idoso e Deficiente Físico de Belo Horizonte. A polícia afirmou, em nota, que a lei garante a ele o direito de trabalhar e receber salário, enquanto não forem julgados os processos em tramitação na Justiça e na Corregedoria da Polícia Civil.

 

Fonte: G1

 

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