Postado em domingo, 10 de maio de 2020 às 06:17

Dia das Mães: estudo revela comportamento de mães e filhos na quarentena

O estudo da agência Ogilvy foi realizado por meio do monitoramento de conversas em redes sociais


 Em 2020, o Dia das Mães será diferente. A data, que tradicionalmente é uma das mais aguardadas pelo comércio e marcada por grandes comemorações, este ano acontece em meio à pandemia da covid-19, provocando alterações de comportamento – seja nas relações dentro de casa ou na expectativa quanto às celebrações para o próximo dia 10 de maio.

Esses comportamentos foram analisados pelo estudo “Mães e filhos durante o isolamento social”, conduzido pela agência de publicidade Ogilvy Brasil, que monitorou e analisou o tema nas principais redes sociais para entender o atual cenário.

O estudo foi realizado por meio do monitoramento de dois tipos de conversas em redes sociais: menções sobre convivência em tempos de isolamento social e menções específicas sobre o Dia das Mães. As menções foram classificadas com base amostral para identificar as conversas mais recorrentes em cada um dos tópicos analisados. Foram monitoradas, durante 28 dias, conversas no Twitter, Instagram, YouTube e Fóruns de Discussões.

“A convivência entre mães e filhos nesta quarentena tem sido um dos assuntos mais comentados nas redes sociais. Além disso, as expectativas para o Dia das Mães mudaram e existe preocupação: com o comércio, com o cancelamento de comemorações ou, pelo contrário, que pessoas se aglomerem para celebrar a data. E esse foi o ponto de partida para esse estudo”, analisa Viviane Sbrana, head de inteligência de dados da Ogilvy Brasil.

Comportamento

Com mães e filhos passando mais tempo juntos, o assunto da conivência familiar veio à tona com mais força nas redes sociais.

A maior parte das menções, com 33% delas, mostram uma boa relação dentro de casa, com relatos de filhos sobre situações engraçadas e cotidianas. Bem de perto, porém, estão as relações conflituosas: 30,4% das conversas revelam dificuldade no dia a dia, como filhos que discutem ou se irritam com hábitos de suas mães. Em terceiro, com 19,6%, aparecem filhos preocupados com a saúde das mães e o risco de infecção pelo novo coronavírus.


Fonte:Exame



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