Postado em quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Com candidaturas oficializadas, campanha ganha fôlego

Agora é oficial. Seis candidatos de Alfenas tiveram suas candidaturas oficializadas pela Justiça Eleitoral.


Alessandro Emergente
 
Agora é oficial. Os seis candidatos, com domicilio eleitoral em Alfenas, já tiveram suas candidaturas oficializadas pela Justiça Eleitoral. Na última quinta-feira, o Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE) concluiu os julgamentos das candidaturas em todo o Estado.

Parte dos candidatos de Alfenas chegaram a enfrentar problemas devido a apresentação de algumas certidões obrigatórias para se obter o registro obrigatório. Mas nenhum deles teve a candidatura impugnada no final do período de julgamento, que terminou na quinta-feira.

A propaganda eleitoral está permitida desde o início de junho, mas com a aproximação da data de votação o ritmo vai aumentando. Nas ruas já é possível perceber a panfletagem e os carros de som em circulação.

A partir do próximo dia 17, os candidatos terão mais uma ferramenta na disputa pelo voto. A data marca o início da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão. Muitos dos candidatos de Alfenas já começaram a gravar suas inserções.

Com o julgamento pela Justiça Eleitoral estão agora oficializada seis candidaturas de políticos com filiação partidária em Alfenas. Pela Assembleia Legislativa estão na disputa o ex-prefeito Pompilio Canavez (PT) e os ex-vereadores Eliacim do Carmo Lourenço (PCdoB) e Decio Paulino (DEM).

Já a disputa para deputado federal também reúne três nomes: Fábio Sôssur (PSB), que nunca assumiu um mandato eletivo, os ex-vereador Domingos dos Reis Monteiro (Dominguinhos/PSL) e o vereador Sander Simaglio (PV).

O sistema online do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda aponta a candidatura de Itamar Silva (PV) a deputado estadual como uma das aprovadas, mas Itamar anunciou a sua desistência da disputa eleitoral.
O TRE, em Minas Gerais, julgou 1.788 pedidos de candidaturas, incluindo desde deputados, senadores e seus suplentes, governadores e vice-governadores. Destes pedidos, 633 foram para postulantes a deputado federal e outros 1.105 foram para quem pretendiam disputar a eleição para deputado estadual. O número de candidaturas barradas ainda não tinha sido informado até o fechamento desta edição.

No Brasil

Apesar de encerrado o prazo legal para o julgamento de candidaturas, parte dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) ainda não concluiu a análise dos registros apresentados pelas coligações e partidos. São Paulo, por exemplo, só deve terminar o processo na segunda quinzena de agosto, pois a quantidade de registros foi alta.

De acordo com informações divulgadas pela imprensa nacional, por enquanto, os dados parciais mostram que pelo menos 75 candidaturas foram barradas com base na Lei da Ficha Limpa, que torna inelegível os políticos condenados por órgãos colegiados e também aqueles que foram cassados pela Justiça Eleitoral ou renunciaram para escapar de uma cassação.

Na lista de candidatos vetados de participar das eleições de outubro, por conta da Ficha Limpa, estão nomes como dos ex-governadores Joaquim Roriz (PSC-DF), Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) e Ivo Cassol (PP-RO).

Segundo o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Ricardo Lewandowski, ao Correio Braziliense, a maior parte dos TREs tem cumprido a nova legislação. No fim de junho, o TSE decidiu pela aplicabilidade imediata da lei, inclusive para condenações, cassações ou renúncias ocorridas antes de a norma entrar em vigor, em 7 de junho.

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