Postado em segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018 às 13:01

Prefeitura quer comprar prédio da Cemig por R$ 2,9 milhões

Alessandro Emergente

Um projeto de lei, que tramita na Câmara Municipal, concede autorização para que a Prefeitura de Alfenas adquira o prédio pertencente a Cemig, localizado no centro da cidade. O imóvel é avaliado em R$ 2.937.300,00 e poderá ser pago em até 35 parcelas.

No início de setembro, o Alfenas Hoje adiantou que o governo negociava a com a Cemig a compra do imóvel. Após acertar as bases de um possível negócio, a administração municipal encaminhou à Câmara, no final de janeiro, um projeto de lei autorizativo para o fechamento da transação. É preciso aval legislativo para a aquisição do imóvel pela municipalidade. 

Centro de segurança pública

A ideia do governo é implantar no local centro de segurança pública, abrigando a Secretaria Municipal de Defesa Social, a Guarda Civil Municipal (GCM) e o sistema de monitoramento da cidade. O local também abrigaria unidades de atendimento da Polícia Militar e da Polícia Civil.

Atualmente, a Secretaria de Defesa Social e a GCM estão alojadas em um prédio, localizado na Praça Dr. Emílio da Silveira, esquina com a rua General Carneiro, em frente o Centro Vivencial. O local também é cedido para funcionamento de um posto de atendimento da PM. O imóvel é locado pelo Município e seria repassado para uso de outra secretaria do governo.

Porém, o prédio que pertence a Cemig, na Praça Dr. Emílio da Silveira (esquina com a rua Coronel Laurindo Ribeiro), é considerado com mais estrutura para abrigar o centro de segurança pública. Com isso, permitiria melhores condições para o sistema de monitoramento e para abrigar novos serviços, como uma Delegacia Especializada em Crimes contra a Mulher.

 

Área de 900 m²

A área em negociação está localizada em um espaço total de 914 m² e poderá ser adquirido em até 35 parcelas, com juros de 1% ao mês e encargos administrativos de 0,5% ao mês, calculado conforme a tabela Price.

Para ser adquirido pela Prefeitura, a Câmara Municipal precisa aprovar, em dois turnos, o projeto de lei que autoriza o negócio. A proposição está sendo analisada pelas comissões da Câmara e ainda não tem data para ir ao plenário.

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