Postado em quinta-feira, 30 de novembro de 2017 às 08:46

Faemg investe em sustentabilidade, tecnologia e inovação

 A diretoria do Sistema Faemg, eleita para o triênio 2018/2020, terá como um dos principais objetivos a construção de uma nova era na agricultura de Minas Gerais, a chamada agricultura 4.0. O desenvolvimento de tecnologias, a produção sustentável e a participação dos jovens são ações consideradas fundamentais para o desenvolvimento do setor agropecuário. Após a posse, que aconteceu ontem, a primeira ação da diretoria para estimular a agricultura da comunicação e das startups será o lançamento do Programa Novo Agro 4.0, que acontecerá no dia 30 de novembro.

O Sistema Faemg reúne a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg), o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Minas Gerais (Senar Minas) e o Instituto Antonio Ernesto de Salvo (Inaes). Nos próximos três anos, o Sistema será presidido por Roberto Simões, ao lado dos diretores Breno Mesquita, presidente das comissões de Cafeicultura da Faemg e da CNA, e Rodrigo Alvim, presidente da Comissão Nacional de Pecuária de Leite da instituição. A diretoria é composta por 45 representantes dos sindicatos de produtores rurais de todas as regiões do Estado.

Como primeira ação, no dia 30 de novembro, será lançado o Novo Agro 4.0. O projeto irá conectar startups e universidades com o agronegócio, com o objetivo de identificar e fomentar iniciativas que criem tecnologias de ponta para o desenvolvimento do agronegócio de Minas Gerais. A iniciativa é do Instituto Antonio Ernesto de Salvo (Inaes).

De acordo com o presidente do Sistema Faemg, Roberto Simões, o projeto é fundamental para o avanço da produção estadual.

“O nosso sistema vai começar uma nova era, a chamada agricultura 4.0, que é a agricultura da informática, a agricultura da comunicação, da Tecnologia da Informação (TI) e das startups. Nós temos que nos preparar para um mundo novo, com tecnologia, com sustentabilidade e inovação. Este será um dos nossos focos para o próximo triênio”.

Ainda segundo Simões, a participação dos jovens é fundamental para que o setor continue a se desenvolver de forma sustentável.

“Com o lançamento do Novo Agro 4.0, esperamos trazer os jovens para dentro do nosso projeto. Já temos um programa que envolve os jovens, que é o de sucessão nas fazendas, que é muito bem conduzido pelo Senar. Agora vamos completar com essas novas empresas de tecnologia”.

Reforma trabalhista

Além da necessidade de promover a inovação na agricultura e na pecuária do Estado, a nova legislação trabalhista, que desobriga a contribuição sindical, será outro desafio a ser enfrentado pela direção da Faemg nos próximos anos.

“Nesta próxima gestão vamos viver um novo tempo. Existem várias mudanças, que não sabemos se realmente acontecerão, mas estão bastante adiantadas, como por exemplo, o término da obrigatoriedade da contribuição sindical. Caso isso aconteça, a gente terá que mudar nosso foco. Nossas entidades, a Faemg e os sindicatos terão que pensar em autossuficiência financeira. Para isso, nós temos que aumentar os serviços prestados, cobrar por parte deles - o associado, evidentemente, terá um preço diferenciado - e daqueles que não são associados iremos cobrar preços de mercado”, explicou Simões.

 

Fonte: FAEMG

















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